Conselho de Direitos Humanos adota resolução contra a Síria
2012-07-06 Rádio Vaticana
Genebra (RV) - O Conselho de Direitos Humanos da ONU condenou fortemente, nesta sexta-feira, a violência na Síria. A resolução foi aprovada em Genebra por 41 votos a favor.
Rússia, China e Cuba votaram contra e houve abstenção da Índia, do Uganda e das Filipinas.
Execuções
O Conselho de Direitos Humanos condenou com veemência a violação generalizada, sistemática e grosseira dos direitos humanos e os assassinatos extrajudiciais e judiciais de manifestantes, defensores dos direitos humanos e jornalistas.
A importância de levar à justiça os responsáveis pela violência contra a população foi reiterada na resolução. De acordo com ONU, mais de 10 mil pessoas, a maioria civis, foram mortas e milhares foram deslocadas desde o início dos protestos contra o governo sírio, em março do ano passado.
Cooperação
A Síria manifestou ser contrária ao documento, defendendo que a resolução foi contra as regras e o mandato do Conselho. Para o país, a aprovação mina o plano de paz do enviado especial Kofi Annan e impede a cooperação.
O Conselho de Direitos Humanos rejeitou uma emenda proposta pela Rússia, com o apoio de Cuba e da China, para que fosse introduzida uma alteração à resolução condenando todos os atos de terrorismo.
O projeto de resolução foi apresentado pelos Estados Unidos que pediu ao Conselho que "as graves violações dos direitos humanos e atrocidades na Síria sejam abordadas com clareza e vigor.
(RB/Radio Onu)
Rússia, China e Cuba votaram contra e houve abstenção da Índia, do Uganda e das Filipinas.
Execuções
O Conselho de Direitos Humanos condenou com veemência a violação generalizada, sistemática e grosseira dos direitos humanos e os assassinatos extrajudiciais e judiciais de manifestantes, defensores dos direitos humanos e jornalistas.
A importância de levar à justiça os responsáveis pela violência contra a população foi reiterada na resolução. De acordo com ONU, mais de 10 mil pessoas, a maioria civis, foram mortas e milhares foram deslocadas desde o início dos protestos contra o governo sírio, em março do ano passado.
Cooperação
A Síria manifestou ser contrária ao documento, defendendo que a resolução foi contra as regras e o mandato do Conselho. Para o país, a aprovação mina o plano de paz do enviado especial Kofi Annan e impede a cooperação.
O Conselho de Direitos Humanos rejeitou uma emenda proposta pela Rússia, com o apoio de Cuba e da China, para que fosse introduzida uma alteração à resolução condenando todos os atos de terrorismo.
O projeto de resolução foi apresentado pelos Estados Unidos que pediu ao Conselho que "as graves violações dos direitos humanos e atrocidades na Síria sejam abordadas com clareza e vigor.
(RB/Radio Onu)




